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janeiro 17, 2005
-Desabafo de um foragido
Nunca sei onde vou
os caminhos nunca acabam
andorinhas de asa negra
só vivem enquanto voam
De polícia já estou farto
civil ou republicana
de presidentes de estado
bem fardado ou à paisana
Chapéu negro bem nos olhos
residente em parte incerta
trago bombinhas com mel
e os sentidos sempre alerta
Da natureza nascemos
vivemos com a razão
vendo luas e não pago
imposto de transação.
(Ò Victorino, desculpa lá )
Publicado por Zecatelhado às janeiro 17, 2005 11:57 PM